Bankinter com resultados de 901 milhões de euros até setembro, mais 11%, com maior dinamismo comercial e diversificação das suas fontes de receita
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Os volumes de negócio com clientes, somando o crédito, os recursos de clientes e os ativos sob gestão, atingem 250.142 milhões de euros, mais 7,1% do que há um ano.
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Todos os indicadores mantêm a tendência de crescimento do exercício. A margem financeira atinge níveis recorde e regista um crescimento de 5,7%; e a margem bruta aumenta 6,5%, impulsionada pelo acréscimo das receitas provenientes de produtos e serviços de valor acrescentado.
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Os vários rácios da demonstração de resultados refletem o crescimento rentável do negócio e a disciplina na gestão. A rentabilidade dos capitais próprios (ROE) situa-se em 19,2%, com um ROTE de 20,4%; o rácio de eficiência consolida-se em 34,8%; e o rácio de morosidade melhora para 1,84%.
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No que respeita a Portugal, a margem bruta cresce 12%; e o resultado antes de impostos atinge 178 milhões de euros, mais 13% do que o valor apresentado há doze meses.
22/10/2026. O Grupo Bankinter mantém, no final do terceiro trimestre do ano, uma evolução sólida dos seus resultados, sustentada no crescimento da atividade com clientes, na diversificação das receitas e numa gestão disciplinada do negócio. A capacidade de combinar crescimento rentável e solidez financeira permite ao Grupo continuar a gerar valor para os acionistas num contexto de mercado particularmente exigente.
Assim, a 30 de setembro de 2026, o Grupo Bankinter alcança um resultado antes de impostos de 1.267 milhões de euros, mais 10,8% do que há doze meses, e resultados líquidos de 901 milhões de euros, o que representa um aumento de 11% face ao mesmo período do exercício anterior.
A tendência consistente do exercício é evidenciada pelos diferentes rácios da demonstração de resultados, a começar pela melhoria da rendibilidade, com um ROE (rendibilidade dos capitais próprios) de 19,2% e um ROTE que se consolida num expressivo 20,4%.
Também se regista uma melhoria do rácio de morosidade, refletindo o rigor no desenvolvimento da atividade de crédito do banco, com um rácio de 1,84%, 21 pontos base abaixo do registado há um ano, e um índice de cobertura de 66,8%.
Quanto ao rácio de capital CET1, aumenta no final do terceiro trimestre para 13,2%, muito acima do mínimo atualmente exigido ao Bankinter pelo BCE, de 8,6%.
Outro rácio claramente diferenciador, no qual o banco tradicionalmente ocupa posições de liderança no setor, é o da eficiência, que se situa em 34,8%, substancialmente abaixo do valor de há um ano. Este desempenho deve-se, entre outros fatores, ao esforço para manter uma estrutura de Grupo leve, refletido na recente integração da filial de Consumo, e à aplicação alargada de medidas de transformação digital, com destaque para a IA generativa, em todos os processos, o que está a melhorar a produtividade dos colaboradores e a qualidade do serviço ao cliente, bem como a reduzir os custos operacionais.22/10/2026. O Grupo Bankinter mantém, no final do terceiro trimestre do ano, uma evolução sólida dos seus resultados, sustentada no crescimento da atividade com clientes, na diversificação das receitas e numa gestão disciplinada do negócio. A capacidade de combinar crescimento rentável e solidez financeira permite ao Grupo continuar a gerar valor para os acionistas num contexto de mercado particularmente exigente.
Assim, a 30 de setembro de 2026, o Grupo Bankinter alcança um resultado antes de impostos de 1.267 milhões de euros, mais 10,8% do que há doze meses, e resultados líquidos de 901 milhões de euros, o que representa um aumento de 11% face ao mesmo período do exercício anterior.
A tendência consistente do exercício é evidenciada pelos diferentes rácios da demonstração de resultados, a começar pela melhoria da rendibilidade, com um ROE (rendibilidade dos capitais próprios) de 19,2% e um ROTE que se consolida num expressivo 20,4%.
Também se regista uma melhoria do rácio de morosidade, refletindo o rigor no desenvolvimento da atividade de crédito do banco, com um rácio de 1,84%, 21 pontos base abaixo do registado há um ano, e um índice de cobertura de 66,8%.
Quanto ao rácio de capital CET1, aumenta no final do terceiro trimestre para 13,2%, muito acima do mínimo atualmente exigido ao Bankinter pelo BCE, de 8,6%.
Outro rácio claramente diferenciador, no qual o banco tradicionalmente ocupa posições de liderança no setor, é o da eficiência, que se situa em 34,8%, substancialmente abaixo do valor de há um ano. Este desempenho deve-se, entre outros fatores, ao esforço para manter uma estrutura de Grupo leve, refletido na recente integração da filial de Consumo, e à aplicação alargada de medidas de transformação digital, com destaque para a IA generativa, em todos os processos, o que está a melhorar a produtividade dos colaboradores e a qualidade do serviço ao cliente, bem como a reduzir os custos operacionais.
Dados do Balanço
Os ativos totais do Grupo atingem, a 30 de setembro de 2026, 132.149 milhões de euros, mais 2,7% do que há um ano.
A carteira de crédito totaliza 87.134 milhões de euros, o que representa um aumento de 5,6%.
No que respeita aos recursos de clientes e aos ativos sob gestão, totalizam 163.008 milhões de euros, mais 7,9% do que na mesma data de 2025. Deste montante, os recursos de clientes crescem 2,2%, enquanto os recursos geridos fora de balanço (fundos de investimento próprios e de terceiros, fundos de pensões, gestão patrimonial, SICAV e investimento alternativo) aumentam 15,2%, mantendo a tendência positiva do exercício.
Na mesma linha, os valores sob custódia ascendem a 96.226 milhões de euros, um crescimento de 14,2%.
O volume conjunto dos recursos geridos fora de balanço e dos ativos sob custódia aumenta em 22.000 milhões de euros, quase 15%, face ao mesmo período do exercício anterior, uma evolução que evidencia o interesse crescente dos clientes por soluções de investimento de maior valor acrescentado, favorecendo a sua vinculação ao banco a longo prazo.
Rubricas da demonstração de resultados
Todas as rubricas da demonstração de resultados mantêm a tendência de crescimento do exercício, sustentadas por um maior dinamismo comercial e por uma estratégia de diversificação das receitas, por tipologia e geografia, cada vez mais consolidada.
A margem financeira atinge níveis recorde, ascendendo a 1.762 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, mais 5,7% do que no mesmo período de 2025, graças ao aumento dos volumes de negócio e a uma boa gestão dos diferenciais.
Quanto à margem bruta, que integra a totalidade das receitas, o crescimento é de 6,5%, para 2.397 milhões de euros, impulsionado pelo bom desempenho das comissões. As comissões líquidas, correspondentes às comissões recebidas nos diferentes negócios e atividades, deduzidas das pagas aos parceiros da Rede de Agentes e da Banca Partner, totalizam 651 milhões de euros e representam um aumento de 12,9% face à mesma data do ano anterior.
Para o bom desempenho das comissões contribuíram sobretudo negócios como a gestão de ativos, a intermediação bolsista e o negócio transacional, bem como as receitas extraordinárias provenientes da atividade de investimento alternativo, recebidas pelo banco no segundo trimestre do exercício.
Por sua vez, os custos operacionais totalizam 833,9 milhões de euros nestes nove meses, mais 2,3% do que há um ano, mantendo-se este crescimento contido e abaixo do aumento das receitas.
Deduzidos estes custos à margem bruta, o resultado da margem operacional ascende a 1.563,6 milhões de euros, mais 8,8% do que em 30 de setembro de 2025.
Diversificação geográfica
A robustez da marca Bankinter num contexto altamente competitivo, a sua proposta de valor diferenciada e o dinamismo comercial em todas as geografias continuam a gerar um crescimento rentável do negócio. Assim, os volumes de negócio com clientes, somando o crédito, os recursos de clientes e os ativos sob gestão, atingem, a 30 de setembro, 250.142 milhões de euros, mais 7,1% do que há um ano.
Analisando separadamente as diferentes geografias em que o banco desenvolve a sua atividade, e começando por Espanha, observa-se um crescimento de 3% da carteira de crédito, para 69.000 milhões de euros, e de 9% no património dos clientes, para 238.000 milhões de euros, incluindo recursos de clientes, recursos geridos fora de balanço e ativos sob custódia. O resultado antes de impostos do Bankinter Espanha atinge 1.050 milhões de euros, um aumento de 10% face ao mesmo período do ano anterior.
No que respeita a Portugal, a segunda geografia em volume de negócio e receitas, a tendência de crescimento é superior. A carteira de crédito atinge 12.000 milhões de euros, um aumento de 9% no período em análise. Quanto ao património gerido dos clientes (recursos de clientes, recursos fora de balanço e ativos sob custódia), o crescimento é de 18%, totalizando 21.000 milhões de euros. A margem bruta em Portugal cresce 12%; e o resultado antes de impostos atinge 178 milhões de euros, mais 13% do que o valor apresentado há doze meses.
Quanto à Irlanda, o volume de negócio com clientes é 26% superior ao de há um ano, atingindo 5.600 milhões de euros. Este volume é composto, sobretudo, por crédito, que cresce 23,4%, e, em muito menor medida, por recursos de clientes, uma atividade ainda numa fase inicial, mas que deverá ganhar ritmo nos próximos trimestres em resposta às novas ofertas comerciais do banco naquele mercado. Com tudo isto, a atividade na Irlanda regista um crescimento de 19% da margem bruta e alcança um resultado antes de impostos de 41 milhões de euros, mais 21% do que há um ano.
Linhas de negócio.
Passando agora às diferentes linhas de negócio, e começando pela Banca de Empresas, esta atividade continua a consolidar o seu crescimento e a ganhar quota de mercado, sustentada num maior esforço comercial e numa nova segmentação dos clientes, que está a permitir maior especialização e proximidade.
A carteira de crédito deste negócio atinge 37.000 milhões de euros, um crescimento de 7%. Em Espanha, a carteira aumenta 7,6%, face a 4,1% no setor, segundo dados do Banco de Espanha relativos a agosto. Dentro deste volume, 12.000 milhões de euros correspondem à carteira de crédito da atividade de Banca Internacional, mais 16% do que há um ano.
Quanto à Banca Comercial, que agrupa o negócio com clientes particulares, regista um crescimento disciplinado, centrado na gestão das margens e na utilização eficiente do capital.
A nova produção de crédito à habitação neste terceiro trimestre do ano totaliza pouco mais de 1.500 milhões de euros, mais 8% do que no mesmo trimestre de 2025. Deste volume trimestral, cerca de 720 milhões de euros em crédito à habitação correspondem ao negócio em Espanha. Quanto ao saldo total da carteira de crédito à habitação do Grupo, aproxima-se dos 40.000 milhões de euros e é 5% superior ao de há um ano.
No segmento de Consumo, o saldo em 30 de setembro atinge 6.000 milhões de euros, mais 4% do que no mesmo período de 2025.
No âmbito dos recursos, o saldo das contas ordenado e das contas digitais, produtos com forte capacidade de captação de negócio e clientes, ultrapassa, a 30 de setembro, os 24.000 milhões de euros, um aumento de 6% no ano.
No que respeita aos recursos geridos fora de balanço e aos ativos e valores sob custódia, os dados refletem uma atividade em crescimento constante, em resultado da aposta estratégica nestes negócios.
Dentro deste conjunto, os fundos de investimento próprios do banco atingem 21.300 milhões de euros, um aumento de 11,8%; e um crescimento ainda mais expressivo verifica-se nos fundos de investimento de outras sociedades gestoras, comercializados pelo banco, de 17,9%, para 32.743 milhões de euros.
Quanto aos fundos de pensões, o crescimento é de 13,4%, com um volume de 5.500 milhões de euros. O negócio de gestão patrimonial e SICAV totaliza 10.849 milhões de euros e aumenta 22,1%. Quanto ao investimento alternativo, negócio em que o banco é uma referência a nível nacional, o património atinge 5.402 milhões de euros, mais 2,7% do que há doze meses.